domingo, 18 de abril de 2010

EM 25 DE ABRIL

Brindemos ao 25 de Abril e à liberdade.
Não importa donde vimos mas sim aquilo que juntos podemos   animar e construir, com a alegria que temos e a força considerável que somos.
Entre o abraço fraterno e a palavra, entre um copo e uma canção, este é um espaço de todos os que pensam  e sentem à esquerda e questionam as evidências, que não se confrontam com o desemprego galopante e as desigualdades que ofendem Abril e o seu legado.
Entre um cravo e um café, um tempo de reflexão sobre o caminho  que percorremos e essa  luta perpétua que nos move pela dignidade humana acima de qualquer valor.
E, no final, é um até já e um até sempre que nos animam porque sabemos, mesmo não caminhando na mesma rua, é na mesma praça que nos vamos encontrar.

A. Pena

É ASSIM..

LIXADOS ESTÃO OS MANETAS...


O que me espanta, é que o país não tenha ainda, declarado falência. 

Não há dia em que se não saiba de mais alguns cidadãos empreendedores e criativos que genialmente aconchegaram no seu PPR mais uns valentes milhões, sacados ao erário público através de um esquema qualquer, revestido de toda a legalidade e ética republicana em vigor.

Não é pois de admirar que estas personalidades venham frequentemente a público advogar o fim das pensões de reforma dos gajos que andaram 40 anos a descontar para o efeito, uma série de otários sem rasgo para identificar as oportunidades de fazer fortuna que se encontram a cada esquina e, por isso mesmo, devem acabar os seus dias na mais perfeita miséria.

Notícias da Aldeia

ELES... QUERIAM!



Não há machado que corte
a raíz ao pensamento
não há morte para o vento
não há morte
Se ao morrer o coração
morresse a luz que lhe é querida
sem razão seria a vida
sem razão

Nada apaga a luz que vive
num amor num pensamento
porque é livre como o vento
porque é livre