segunda-feira, 25 de abril de 2011

... " SINAL VERMELHO É PARA AVANÇAR"...

"ESTA É A MADRUGADA QUE EU ESPERAVA"

PALAVRAS LEVA-AS O VENTO OU A PALAVRA DOS VIGARISTAS NÂO VALE PONTA DE CORNO?

Quarta-feira, 21 de Abril de 2010


Defina "anteprojecto"

"Salgueiro Maia pouco antes de falecer deixou o seu espólio militar ao município. Nós já temos uma casa e um anteprojecto para vir a construir um museu"



E a mesma notícia, há um ano atrás:

25 DE ABRIL DE 2009


Autarquia instalará "museu da memória"
a Salgueiro Maia em edifício “apalaçado”

O vice-presidente da Câmara Municipal de Castelo de Vide, António Nobre Pita, afirmou recentemente à agência Lusa que a autarquia já adquiriu um edifício apalaçado para instalação do "museu da memória" a Salgueiro Maia e ao 25 de Abril. O NCV pensa tratar-se da chamada Casa do Morgado, na Rua Nova.
De acordo com a mesma fonte, o projecto vai ser candidatado a fundos comunitários e está a ser coordenado pelo historiador de arte António Baptista Pereira. © NCV

e

terça-feira, 19 de abril de 2011

QUEM QUER COMPRAR?


Motivo: Liquidação do país (alternativa a empréstimo do FMI).

Descrição:
Boa aparência, com guarda-fatos e teleponto incluído. Excelente marketeer, até garantir a venda de gelo no Pólo Norte ou areia na praia. Desenrascado, persistente e com boa imagem do lado esquerdo e lado direito. Licenciado com distinção num Domingo e boa capacidade para idiomas como o Castelhano e Inglês (apenas compreensão e leitura).

Boa rede de contactos com políticos de vários países e extraordinária rede de contactos de amigos em Portugal. Muitos amigos. Aliás, amigos assim não se encontram em muitos países.

Encontra a biografia completa aqui: http://www.parlamento.pt/DeputadoGP/Paginas/Biografia.aspx?BID=285

Atenção:

Por favor, não licite se não estiver mesmo interessado. Se for o vencedor do leilão, tem 5 dias para entrar em contacto e efectuar o pagamento. Se passados esses 5 dias não for efectuado o pagamento, será dado feedback negativo e reportado à equipa do Leiloes.net .

sábado, 16 de abril de 2011

CÂMARA DE CASTELO DE VIDE CONTINUA A ROUBAR OS HABITANTES DESTE CONCELHO

Não bastava os roubos praticados pelos membros do executivo da Câmara Municipal de Castelo de Vide no fornecimento de água, taxas de saneamento e lixo ao povo deste concelho de Castelo de Vide, agora na XXVII feira do livro pratica-se preços que são iguais a qualquer livraria.


Para os membros do executivo municipal de Castelo de Vide o livro é um objecto de luxo e perigoso por isso quanto mais caro melhor, o livro é um objecto que deve ser sonegado ao povo.
Antes de comprar um livro na feira do livro veja bem o preço, pois está a ser roubado.

FERNANDO NOBRE/FERNANDO TACHO

segunda-feira, 11 de abril de 2011

CASA AMARELA, PERDÃO ROSA...

Três dias de comício contínuo protagonizado por uma série de alucinados políticos chegaram ao fim. 
O chefe deles todos roça já a pura pornografia política temperada com visões místicas dignas de personagens de filmes do saudoso César Monteiro. 
Se os capachos de Matosinhos fossem realmente seus amigos, tinham-no poupado (e a eles) a esta caricatura de presidente de junta na Costa do Marfim. 
Vão ser dois meses de manifestação pública desta patológica negação da realidade (dívida externa, desemprego, pobreza, periferia) como se ela tivesse começado em Março. 
O doente conta, para o efeito, com a debilidade mental dos portugueses e com o seu crónico (aqui o filósofo regimental Gil dá jeito) medo de existir à mistura com a propaganda e a cumplicidade de comentadeiros e de jornalistas, vaga gente sempre predisposta a revelar o seu doentio temor reverencial e a sua iliteracia cívica para subsistir. 

Três dias de maluqueira ensimesmada revelados ao detalhe e com caldos de galinha a todo o país. 
Depois não digam, outra vez, que não sabiam.

Adenda: Um candidato a candidato a candidato a líder (Seguro) não aceita trigésimos lugares numa direcção alucinada e perdida. Isso que dizer que jamais passará disso, de candidato a candidato a candidato. 
Nada, portanto.

J.G.

quarta-feira, 23 de março de 2011

RAPAZOLAS...

Os socialistas gostam muito de bater nos fracos. Nos frágeis. É porque é fácil e é rápido. E gostam muito de ajudar os amigos. Os amigos do partido ou os amigos de certos grupos e de certas empresas.

São muito ávidos dessa ajuda e muito ávidos de bater nos fracos.

A política chegou a um estado de quase indecência. Portugal precisa de se defender é de José Sócrates.

António Barreto.

sábado, 19 de fevereiro de 2011

O MUNICIPIO DE CASTELO DE VIDE É GOVERNADO POR LADRÕES

 
Taxa municipal por

DIREITO DE PASSAGEM

Que pouca vergonha é esta?

Está belo, o tango!
Além das castanholas, e do Simplex a dar a dar, que é que ganhamos?
Então, o IMI?
Então, a taxa municipal, por direito de passagem, que a PT começou a cobrar aos munícipes?
Não basta os impostos pagos às finanças, ainda temos que pagar todos os meses, os impostos dos monopólios de serviços básicos, que o Bloco Central privatizou a favor da finança?
A PT não recebeu grátis as infra-estruturas que herdou dos CTT?
Que direito de passagem é este!

Que pouca vergonha é esta?


Já não bastavam as taxas (impostos!) que nos cobram na factura de electricidade para financiar o “audiovisual”, mesmo para aqueles que não possuam rádio ou televisão. 
Não bastavam as taxas (ou impostos!) na factura da água para sustentar a recolha de lixo, mesmo que não produza lixo, ou que o lixo produzido não seja proporcional ao consumo de água.
Agora chega-nos a casa mais uma taxa (imposto!) para pagar o “direito de passagem” da PT,   pela via pública.
Ou seja: a taxa que o município cobra a essas empresas é directamente remetida para os consumidores e, Governo e Câmara Municipal, assistem, impávidos e serenos, a mais este esbulho aos castelovidenses. 
Até quando, continuará o regabofe?

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

O SOCIALISMO ESTÁ CADA VEZ MAIS NO FUNDO DA GAVETA!

O PS abdicou da defesa dos trabalhadores e dos mais desfavorecidos. 
Trocou a sua matriz socialista pela adesão às teses neoliberais. 
Demonstra-se incapaz de questionar o poder do capital financeiro enquanto dono e árbitro do desenvolvimento económico. 
É dominado internamente por uma liderança autoritária que seca tudo à sua volta, que distribui lugares e se alimenta de promiscuidades
O PS acabou por se instalar no espaço do centro, tornando o país mais pobre, política e socialmente.

As considerações não são minhas. São de Ana Benavente, histórica militante socialista e antiga secretária de Estado da Educação. 
Reflectem o desencanto de uma significativa camada de militantes que não encontra em José Sócrates e na actual direcção do PS o arrojo político que caracterizou historicamente a social-democracia. 
Que, mais triste ainda, não vislumbram aí qualquer hipótese de reabilitação de um padrão ético que reequacione igualdade, liberdade e solidariedade. 
Não é um problema específico do centro-esquerda português, mas não há dúvida que no P português a erosão do S vai bastante adiantada
Veja-se, por exemplo, a inexistência de promoção de debate ideológico, o modo como maioritariamente se buscam diálogos e acordos com a face direita do espectro político, a forma como as estruturas dirigentes se mostraram enfastiadas com uma campanha presidencial que assumia claramente a defesa do Estado social e a crítica à chantagem dos mercados financeiros.

Será interessante perceber se no Congresso de Abril alguém se chegará à frente para fazer a figura de crítico do socratismo. 
António Costa e António José Seguro acham que ainda não chegou a sua hora. 
Manuel Maria Carrilho e Carlos César não estão disponíveis para desempenhar esse papel. 
É bem provável que ninguém se disponha a isso: os tempos futuros adivinham-se difíceis para um potencial sucessor de Sócrates e todos os militantes sabem que este eucaliptou bem o terreno em redor. 
Um adversário talvez desse jeito para que houvesse um simulacro de debate, mas o mais provável é Sócrates ter de ocupar-se sozinho do calor dos holofotes. 
Um passeio que dirá muito sobre o estado a que chegou um partido cada vez mais canibalizado pelo poder.

M.C.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

PARA QUANDO?

De repente, o ministro Jorge Lacão faz estremecer o PS com uma polémica entrevista ao Diário Económico. Nela sugere a diminuição do número de deputados no parlamento, dos actuais 230 para 180, assim como a revisão do mapa autárquico no sentido de reduzir o número de municípios e de freguesias. Um desafio aparentemente deslocado da agenda, com visível incómodo para a classe política, mas que em nosso entender não podia ser mais oportuno.

Depois que a Câmara de Lisboa aprovou a redução do número de freguesias, num louvável acordo entre o PS e o PSD, era praticamente incontornável que o assunto se estendesse ao território nacional, agora com uma outra visão sobre o mapa e a sua organização administrativa e política.

Desde o século XIX que o mapa autárquico é praticamente o mesmo, quando Mouzinho da Silveira reduziu o número de municípios de cerca de 800 para 300 e poucos. Portanto, há mais de 170 anos que temos o mesmo recorte administrativo, apesar do automóvel e das auto-estradas que hoje enxameiam o país, apesar da profunda alteração demográfica que esvaziou os campos e engrossou as nossas cidades, apesar de muitos outros apesares, tudo permanece praticamente imutável no que toca ao desenho do território autárquico. Temos hoje 308 municípios e 4260 freguesias, a que corresponde um total de 57.445 eleitos e cerca de três mil milhões de euros de transferências anuais do orçamento de Estado, para além das taxas e licenças que engordam as receitas municipais.

Neste quadro em que se exige uma reforma a sério do Estado, terá algum sentido continuarmos a pagar a existência de municípios com menos de cinco mil eleitores? 
É a razoabilidade disto que é preciso repensar. 
Sabendo que mexer neste mapa não é tarefa fácil e vai, com certeza, criar muitos azedumes, por bairrismos serôdios ou por interesses corporativos de classe – veja-se as declarações que o timoneiro dos autarcas Fernando Ruas já veio regougar ao atrevimento de António Costa ao diminuir o número de freguesias em Lisboa, à semelhança de alguns senhores deputados socialistas que rejeitam a ideia de ver diminuído o número de tendões-de-Aquiles no hemiciclo de S. Bento.

Tenhamos esperança de que ao menos as exigências da crise ajudem a mudar a situação.

Joaquim D.