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sexta-feira, 15 de junho de 2012

BARÕES DA MEDICINA = GRANDES FILHOS DA PUTA!




 O genocídio do concelho de Castelo de Vide continua o seu caminho implacável... 
Ninguém diz nada. 
Morrem como tordos, todos os meses, idosos que ainda tinham anos e anos pela frente. 
Tudo continua calado. 
O povo não quer saber disso. 
Enquanto morrerem os pais dos outros estamos nós bem! 
Não é, maravilhoso povo do concelho de Castelo de Vide?

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

VITALIS/UNICER SÃO UNS GRANDES...





FARTAR VILANAGEM!


Primeiro despedem trabalhadores, depois vem pedir caridade.

Só podemos chamar-lhes:

GRANDES FILHOS

DA PUTA!

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

VITALIS DE CASTELO DE VIDE COMEÇOU A DESPEDIR FUNCIONÁRIOS

A empresa de águas vitalis  começou ontem a despedir funcionários da sua fábrica de engarrafamento de Castelo de Vide. 
Os primeiros nove funcionários receberam ontem a grande prenda de natal de 2011 o seu despedimento.

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

CASTELO DE VIDE ESTÁ ENTREGUE A FASCISTAS

Em Castelo de Vide, temos uma Câmara Municipal e uma paróquia entregue a FASCISTAS!


Apesar do filho da vila Fernando Salgueiro Maia ter corrido com o regime fascista em 25 de Abril de 1974.

A Câmara Municipal de Castelo de Vide e a paróquia de Castelo de Vide atribuem nome de um fascista corrido pelo povo desta terra, a novo museu.



É


 FARTAR


VILANAGEM!

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

CARTA ABERTA AO DR. PEDRO PASSOS COELHO

Caro Dr. Pedro Passos Coelho
Presidente do PSD e Primeiro-Ministro de Portugal

É chocante o
convite a Mário Soares para ser um dos oradores na Universidade de Verão da JSD, que decorrerá de 29 de Agosto a 4 de Setembro de 2011, em Castelo de Vide (e que tem ainda o Eng.º Ângelo Correia como conferencista, em 31-8-2011). O convite é chocante por causa do País e por causa do PSD.

Por causa do País. Mário Soares é: o responsável-mor pela tragédia de guerras civis e fuga apressada da «descolonização exemplar» - da Guiné a Timor - e provocador do mau relacionamento com os novos países africanos independentes; o causador da instabilidade governativa permanente; o instituidor do
sistema promíscuo - entre poder político, poder financeiro, poder judicial e poder mediático - que transformou o País num pântano insalubre; o chefe máximo do meta-sistema que nos oprime; o controlador de media e perseguidor de jornalistas (lembre-se, por exemplo, o caso de Joaquim Vieira); o pseudo-monarca que tentou impor a sua dinastia política à democracia portuguesa; e o percursor do Estado socialista, que levou Portugal à beira da ruína.

Por causa do PSD. Mário Soares é: o arqui-adversário do partido, desde 1974; o homem que vilipendiou soezmente Francisco Sá-Carneiro e Snu Abecassis; o insidioso apoiante da divisão do Partido, através da ASDI; a principal
força de bloqueio, enquanto enviesado Presidente da República, ao desenvolvimento do País liderado por Aníbal Cavaco Silva; o patrono da ascensão de José Sócrates ao poder, aproveitando - sem pudor - o impacto político dos crimes horrendos de abuso sexual de crianças da Casa Pia; o defensor de Sócrates à outrance, até ao fim e depois do fim; o apoiante da ensaiada candidatura presidencial de Sócrates em 2011 (manobra prevista neste blogue Do Portugal Profundo, em 22-10-2009, e que Soares confirma na entrevista ao Expresso, de 30-7-2011), uma candidatura que agora pretende pré-lançar para 2016; e o reorganizador da tutela socialista sobre o Estado de direito e o regime democrático.

Soares não pode ser legitimado pelo PSD, nesta ocasião e noutras, como pai do regime político português, numa posição de tutela sobre o próprio PSD e o Estado, acima do Presidente da República Cavaco Silva, uma espécie de padrinho de uma coligação oculta com o Partido Socialista, e sob o seu comando, que só permitiria ao PSD governar sujeito ao aparelho que o socratismo deixou a minar o Estado. É precisamente Mário Soares o adversário maior deste Governo PSD-CDS.


Não é tolerável a sugestão doce de compromisso com os socialistas sobre a porcaria: é urgente a limpeza do Estado. Não consta que, para lá da reserva ao apuramento do défice e dívida reais de Portugal nesta época de turbulência dos mercados financeiros, a União Europeia e o FMI se oponham à responsabilização judicial dos prevaricadores na corrupção dos negócios de Estado - não se trata sequer do
processo à húngara pela negligência na condução das finanças do País, nomeadamente a infracção sucessiva da lei orçamental. O povo deseja a responsabilização dos envolvidos na corrupção de Estado, verificada através de auditoria e remetida, depois, ao Ministério Público para investigação, porque a corrupção é a causa principal da ruína do País.

Mário Soares não devia ter sido convidado para a Universidade de Verão da JSD, mas já que foi, sugiro que para cotejo da oração cor-de-rosa que proferirá, seja distribuído aos jovens, e adultos, participantes, a história negra do livro «Contos Proibidos - Memórias de um PS desconhecido», de Rui Mateus (o livro está esgotado, mas o
download pode ser feito aqui), de 1996, e do meu livro «O Dossiê Sócrates», de 2009.

Dr. Pedro Passos Coelho: várias pessoas me deram boas referências suas, que não se sujam no pó de imputações conhecidas. É hora - porque não há outra -, de pôr em acção o carácter e demonstrar vigor na condução do Estado.


O PSD não pode renegar, nem sublimar, a história do País e do Partido. Tem de livrar o Estado do monstro da corrupção, enfrentar com coragem o desafio da limpeza da administração pública e da recuperação da soberania e demonstrar firmeza contra qualquer aliciamento de compromisso
sistémico. A esperança de quem sofreu e venceu o socratismo não pode deixar de ser patrioticamente cumprida. A força está na autonomia face ao sistema.

Se, e só se, o Dr. Passos Coelho romper a teia de interesses financeiros e políticos, com que o pretendem cercar, e furar a membrana do medo, que os tíbios lhe recomendam preservar, terá o apoio decisivo dos combatentes de seis anos de socratismo para a salvação de Portugal.


Com os melhores cumprimentos patrióticos,


António Balbino Caldeira

sexta-feira, 29 de julho de 2011

MAIS UMA...

Universidade de Verão 2011 Juventude Social Democrata

Castelo de Vide, 29 de Agosto a 4 de Setembro

ORADORES:
Dia 29 de Agosto
Carlos Coelho, Duarte Marques, José Matos Rosa, Carlos Carreiras, António Ribeiro e Manuel Meirinho.
Dia 30 de Agosto
Jorge Moreira da Silva, Manuel de Lemos e Nuno Crato.
Dia 31 de Agosto
Miguel Relvas, João de Deus Pinheiro e Ângelo Correia.
Dia 1 de Setembro
Carlos Coelho, Rodrigo Moita de Deus e Mariano Rojoy.
Dia 2 de Setembro
Henrique Monteiro, Vasco Graça-Moura, Assunção Esteves e Mário Soares.
Dia 3 de Setembro
Vitor Gaspar, Carlos Coelho, Pedro Duarte e Tomaz Morais.
Dia 4 de Setembro
Carlos Coelho, Duarte Marques e Pedro Passos Coelho.

domingo, 22 de maio de 2011

DOIS MERDAS QUE NEM PARA PRESIDENTES DA JUNTA SERVEM...

Autarquias: Autarcas de Castelo de Vide e Marvão dizem que fusão "acelera" desertificação


Os autarcas de Marvão e Castelo de Vide, no Alentejo, declararam-se hoje contra uma eventual junção dos dois concelhos vizinhos, considerando que a medida poderá “acelerar” e “agravar” o processo de desertificação da região.
No memorando de entendimento entre o Governo e a “troika” está prevista a redução de 15 por cento nos cargos dirigentes da administração local e, por consequência, a redução do número de municípios.

Em declarações à agência Lusa, o vice-presidente do município de Castelo de Vide, António Pita, diz que, caso a medida fosse tomada, seria “uma violência” obrigar os seus munícipes a deslocarem-se a Marvão para resolver os assuntos que normalmente decidem naquela vila alentejana.

“Isso criaria uma revolta e uma injustiça para as pessoas de Castelo de Vide”, sublinhou.

Vítor Frutuoso, presidente do município de Marvão, recordou, por sua vez, à Lusa que aquele concelho tem em marcha “um conjunto de projetos estratégicos” para a região (candidatura a Património Mundial e reestruturação do campo de golfe), que poderiam ficar em causa se a sede de concelho passasse para Castelo de Vide.

“Era pertinente que os concelhos se mantivessem”, afirmou.

O concelho de Castelo de Vide, com cerca de quatro mil habitantes e o de Marvão com cerca de 3800 habitantes, são dois dos quinze municípios que compõem o distrito de Portalegre com maior atividade turística.

“Eu não vou deixar o concelho de Marvão para ir para o de Castelo de Vide”, disse à Lusa Joaquim Henrique, de 79 anos e residente no concelho de Marvão, enquanto passeava pelas ruas sinuosas daquela vila histórica.

“Se fosse possível deveriam de ficar as duas, mas acho que a vila de Castelo de Vide está mais centrada pelo turismo que tem”, defendeu, por seu turno, Joaquim Solano, proprietário de um estabelecimento de restauração no centro de Castelo de Vide.

Enquanto a população manifesta-se contra uma eventual junção, António Pita sublinha que é “precipitado” avançar com uma discussão sobre esta matéria, mas lembra que o seu concelho deve prevalecer, uma vez que está dotado de várias infraestruturas e equipamentos.

O autarca, que defende a elaboração de um plano de desenvolvimento regional, reconhece que “deve haver” uma reorganização administrativa, sobretudo nas freguesias, sublinhando ainda que, se a reorganização administrativa passar pela alteração dos municípios, será a “machadada” no interior do país.

Vítor Frutuoso defende, por sua vez, a sobrevivência futura do concelho de Marvão, alegando que “é um dos mais antigos do país”.

O autarca da vila histórica de Marvão considera ainda que aquela região está a passar por um processo de desertificação “preocupante”, porque ao longo dos anos foi desenvolvida uma “má política agrícola e uma má política fiscal”.

@Lusa

sexta-feira, 29 de abril de 2011

A VERGONHA NÃOTEM LIMITES?

Por aqui, o grande filho da p... Alexandre Soares dos Santos, dono do pingo doce de Castelo  de Vide,  rouba os trabalhadores, obrigando os mesmos a trabalhar no 1º DE MAIO - Dia do Trabalhador.
A Câmara Municipal têm competências legais para intervir neste processo,  mas, mais uma vez o executivo da Câmara Municipal de Castelo de Vide anda a dormir.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

PALAVRAS LEVA-AS O VENTO OU A PALAVRA DOS VIGARISTAS NÂO VALE PONTA DE CORNO?

Quarta-feira, 21 de Abril de 2010


Defina "anteprojecto"

"Salgueiro Maia pouco antes de falecer deixou o seu espólio militar ao município. Nós já temos uma casa e um anteprojecto para vir a construir um museu"



E a mesma notícia, há um ano atrás:

25 DE ABRIL DE 2009


Autarquia instalará "museu da memória"
a Salgueiro Maia em edifício “apalaçado”

O vice-presidente da Câmara Municipal de Castelo de Vide, António Nobre Pita, afirmou recentemente à agência Lusa que a autarquia já adquiriu um edifício apalaçado para instalação do "museu da memória" a Salgueiro Maia e ao 25 de Abril. O NCV pensa tratar-se da chamada Casa do Morgado, na Rua Nova.
De acordo com a mesma fonte, o projecto vai ser candidatado a fundos comunitários e está a ser coordenado pelo historiador de arte António Baptista Pereira. © NCV

e

segunda-feira, 5 de julho de 2010

PREFIRO AS PEGAS DE CERNELHA, AOS RABEJADORES DA DEMAGOGIA E DA PORPAGANDA

Depois de ler isto:

5 de Julho de 2010

A palavra dos leitores:
Não é a primeira vez que os Bombeiros dispõem de um equipamento desfibrilhador


Do nosso leitor João Manuel Melancia recebemos a seguinte mensagem com pedido de rectificação de uma notícia que a seguir publicamos na íntegra:
“Esta notícia não corresponde completamente à verdade e gostaria que fosse rectificada.
Quando eu entrei para a direcção dos Bombeiros (há mais de 12 anos), era ainda comandante dos bombeiros o Luis Costa, já havia nos bombeiros 1 monitor-desfibrilhador que fazia parte do equipamento de 1 ambulância (como vês nem sequer foi a minha direcção que o comprou).
Foi completamente arranjado e certificado, estando a funcionar quando saímos dos bombeiros.
Aliás isto pode ser perfeitamente confirmado no Centro de Saúde (que julgo utilizou algumas vezes este equipamento) e nos próprios bombeiros.
Se neste momento não estava operacional por velhice ou por se ter estragado, isso já não sei.
O que sei é que é incorrecto e até abusivo dizer (e por isso devia ser rectificado) que “pela primeira vez na sua história, o Centro de Saúde e os Bombeiros Voluntários de Castelo de Vide dispõem de desfibrilhadores”.
Agradecia rectificação da notícia.
Um abraço
João Melancia
N.R. – Procedemos de imediato à correcção actualização da notícia original publicada AQUI.

Só me resta dizer:

Sirvam as instituições, não se sirvam das instituições para fazer política.

TENHAM VERGONHA!

quarta-feira, 23 de junho de 2010

OPINIÃO: PLANO DE ORDENAMENTO DA ALBUFEIRA DE PÓVOA E MEADAS

O Ministério do Ambiente e do Ordenamento do Território (MAOT) anunciou a revisão do Plano de Ordenamento de Albufeira (POA) de Póvoa e Meadas. A medida foi publicada em Diário da República, na última terça-feira.
Segundo explica no Despacho nº 10072/2010 a Secretária de Estado do Ordenamento do Território e das Cidades, Fernanda Julião, as propostas do referido POA “estão desactualizadas e desfasadas da realidade actual”.
Recorde-se que o POA de Póvoa e Meadas foi aprovado em Março de 1998 e, desde então, registaram-se alterações várias que obrigam a esta revisão, como seja a classificação da barragem, que passou de “albufeira de utilização limitada” para “albufeira protegida”, ou o facto de a área de intervenção do POA estar agora abrangida pela área do Parque Natural da Serra de São Mamede, tendo o respectivo Plano de Ordenamento revogado algumas disposições do Regulamento do POA de Póvoa e Meadas.
Até dia 30 de Junho, está aberto o prazo para discussão pública, ou seja, para formulação de sugestões e apresentação de informações que possam ser consideradas no âmbito da elaboração do referido POA, sendo que a revisão do mesmo deverá estar concluída no prazo de nove meses, a partir da data da adjudicação dos trabalhos técnicos.
Com este anúncio do MAOT, cumpre-se uma vontade da Câmara Municipal de Castelo de Vide, que desde 2005 tem vindo a solicitar com urgência a alteração do referido POA, tendo também em vista a valorização do espaço envolvente da barragem.
O Despacho nº 10072/2010 publicado em Diário da República pode ser consultado em http://dre.pt/pdf2sdip/2010/06/114000000/3263332634.pdf






ALGUMAS IDEIAS
1 – ACESSIBILIDADES
Não faz sentido definir um Plano de Ordenamento em que se prevê e regulamenta a circulação de veículos automóveis e o seu estacionamento sem que, de alguma forma, se estabeleça as condições das vias de acesso à Albufeira. É sabido que, para além de Póvoa e Meadas, as populações de Nisa, Castelo de Vide, Alpalhão, Montalvão e de áreas mais distantes, incluindo Cedillo na vizinha Espanha, se deslocam em várias épocas do ano, com especial incidência no verão, para a Barragem para disfrutar da sua zona balnear, da pesca ou do simples convívio familiar.
Sem melhoramentos na estrada de Montalvão para Póvoa e Meadas e daqui para a Barragem e na estrada de Castelo de Vide/Alpalhão para a Barragem dificilmente haverá condições para tornar a Albufeira suficientemente atractiva para investimento nas suas potencialidades turísticas.
2 – SEGURANÇA
Estava prevista uma vistoria por parte do Governo para avaliação da necessidade de a EDP proceder a obras ao nível da segurança das infa-estruturas. Não sabemos se tal vistoria chegou a acontecer e a que conclusões terá chegado. Mas, com ou sem vistoria, é evidente para todos quantos passam pela Barragem que o paredão necessita urgentemente de uma intervenção.
Estando prevista a continuidade da exploração da componente energética é imperativo desviar o trânsito automóvel do paredão que, como se sabe, foi construído em 1927, época em que as preocupações com o impacto da intensidade e peso do tráfego automóvel na sua estrutura não poderiam estar ajustadas à realidade do presente.
3 – OCUPAÇÃO EM ESPAÇOS TURÍSTICOS
O POA que agora vai ser revisto prevê dois tipos de espaços turistícos para ocupação humana: hotelaria e campismo. A relação entre o nº de pessoas admitido em cada um dos tipos está manifestamente invertida, para além de totalmente desajustada das reais potencialidades da zona. Estabelece-se para a hotelaria um máximo de 1.200 pessoas (camas), enquanto que para o campismo esse máximo é de cerca de 180 pessoas (100 em tendas e 20 caravanas).
Como é evidente o espaço e ocupação previstos para o campismo é manifestamente insuficiente, mesmo para a realidade actual, sem qualquer investimento na componente turistíca. Já o espaço e oupação para a hotelaria parece assentar numa prespectiva irrealista tendo em conta os potenciais investimentos turistícos para a Albufeira e a oferta de camas existente na região.
4 – PATRIMÓNIO ARQUEOLÓGICO
A zona envolvente da Albufeira possui um conjunto apreciável de vestígios arqueológicos que importa salvaguardar. Assim o POA deve prever a preservação e potenciação deste património.
5 – INVESTIMENTO
O Plano não deve limitar o investimento turístico à iniciativa privada.
Dificilmente haverá condições no curto e mesmo no médio prazo para atrair investimento privado significativo para a zona. Assim as disposições do POA não deverão cercear de nenhuma forma a possibilidade de investimento público que poderá ser feito através de, nomeadamente, uma empresa municipal de âmbito restrito para a Albufeira ou de âmbito mais geral de promoção e aproveitamento turístico de todo o Concelho de Castelo de Vide.
6 – DIREITOS ADQUIRIDOS
O Plano não deverá reconhecer quaisquer direitos adquiridos a nenhuma entidade colectiva ou singular que opere ou pretenda vir a operar na área do turismo e hotelaria na zona uma vez que as suas actividades e ou ocupação de espaços não respeitam o estipulado nas disposições do POA em vigor nem resultam de concessão ao abrigo desse mesmo plano.
Competirá à entidade responsável pelas concessões que vierem a ser contratadas na zona, determinar as condições em que os ocupantes de espaços á data da aprovação do POA, poderão ou não permanecer, respeitando obviamente as disposições que vierem a ser incluídas no Plano.

Jorge Rosa



Jornal de Nisa

quinta-feira, 22 de abril de 2010

VAMOS PARTICIPAR NAS COMEMORAÇÕES DO 25 DE ABRIL


Um grupo de cidadãos de Castelo de Vide convida a população a participar nas comemorações do 25 de Abril.
Venha festejar connosco o Dia da Revolução da Liberdade, da Esperança e da Alegria!

- Concentração junto ao busto de Salgueiro Maia, pelas 13 horas.
- Breves intervenções de convidados dos PALOP's e da Associação 25 de Abril.
- Piquenique, no Parque 25 de Abril.
- Animação, com música, jogos, pintura mural, etc.
- Romagem à campa de Salgueiro Maia, pelas 16 horas.

Traga a merenda, a família e participe connosco!
Venha celebrar de forma digna e festiva o 25 de Abril!

25 de Abril de 2010

Se estiver mau tempo vamos para o salão da Casa do Povo



quarta-feira, 21 de abril de 2010

TRETAS E MAIS TRETAS DO "REIZINHO DAS TRETAS"

25 de Abril


Salgueiro Maia deverá ter museu junto à casa onde nasceu

O município de Castelo de Vide (Portalegre) vai construir um museu dedicado ao capitão Salgueiro Maia, num espaço situado a poucos metros da casa onde nasceu o militar em 1944, que está à venda há cerca de dois anos

«Salgueiro Maia pouco antes de falecer (1992) deixou o seu espólio militar ao município. Nós já temos uma casa e um ante-projecto para vir a construir um museu», revelou o vice-presidente do município local, António Pita, em declarações à agência Lusa.



Enquanto a autarquia reúne esforços para expor o espólio de Salgueiro Maia, líder da revolução no dia 25 de Abril de 1974, num solar setecentista, adquirido em 1997 por 28 mil contos (140 mil euros), a casa onde nasceu o capitão de Abril, situada na Rua de Santo Amaro, em pleno centro histórico daquela vila alentejana, está à venda há cerca de dois anos por 50 mil euros.

Em declarações à Agência Lusa, Cláudia Salgueiro Dias, prima do capitão de Abril e proprietária do imóvel, disse que gostaria de ver aquele espaço aproveitado para algo que relembrasse a memória do seu familiar.

«Nós gostaríamos que a casa não fosse adquirida por um particular porque ficaria perdida...sentimos que esta casa é de todos nós [comunidade] e gostaríamos de ver este imóvel aproveitado para algo que falasse sobre o Fernando Salgueiro Maia», disse.



Na opinião de Cláudia Salgueiro Dias, a casa poderia ser utilizada para um «museu» ou para um espaço para «fotografias».

A moradia, que se encontra à venda num portal de uma imobiliária, é constituída por um rés-do-chão, primeiro e segundo andares, com três entradas independentes.

Embora necessite de obras de recuperação, Cláudia Salgueiro Dias mostrou-se ainda disponível para «ceder o espaço», através de um «contrato que servisse para projectar a figura de Salgueiro Maia».



Por sua vez, o vice-presidente do município assegurou que a autarquia não coloca de parte a possibilidade de adquirir o imóvel, mas sublinha que o Ministério da Cultura deverá também ser ouvido sobre esta matéria, uma vez que o capitão de Abril «é um filho ilustre de todo país e com expressão nacional».



Com o espólio de Salgueiro Maia totalmente catalogado, inventariado e legalizado, o município tem desenvolvido vários «esforços» para erguer o museu, mas a falta de verbas tem condicionado a realização do projecto.

O autarca explicou que o município já investiu «bastante dinheiro» em estudos para a construção do museu no solar setecentista e sublinhou ainda que a transferência do museu para a casa onde nasceu Salgueiro Maia está, à partida, fora de questão.



«A casa onde nasceu Salgueiro Maia não tem a dignidade, nem espaço suficiente para albergar o seu acervo. Mais do que um museu dedicado a Salgueiro Maia e ao 25 de Abril, o museu que temos em mente é um museu da cidadania e isso implica um conjunto de espaços com actividades lúdicas», explicou.

 

«A casa onde nasceu Salgueiro Maia não comportaria todas essas valência», concluiu.





Lusa / SOL